terça-feira, 2 de março de 2010

Roteiro de Leitura da Bíblia


Frei Fernando Ventura
O leitor não se encontra diante de mais um trabalho bíblico científico, mas sim de uma proposta de percorrer o Antigo e o Novo Testamento à luz de textos-chave contextualizados nas épocas históricas em que os autores dos 73 livros que compõem a Bíblia os escreveram.
Deste percurso ressalta a continuidade e a coerência da Palavra de Deus e do seu sempre reafirmado propósito de relação com os homens, do Génesis ao Apocalipse.
A Bíblia, que é a história de um povo e da sua relação com o seu Deus, contém elementos que a universalizam fazendo de cada homem um potencial destinatário.
O percurso de leitura aqui apresentado demonstra essa vertente, «apenas» exigindo, de quem lê, um grande espírito de liberdade e abertura para poder sentir, em toda a sua amplitude, o convite que lhe é feito a descobrir a sua própria relação com Deus, no aqui e agora da Vida.
O Roteiro de Leitura da Bíblia destina-se a crentes e não crentes e tem uma pujança própria que de algum modo desafia o leitor a questionar-se em muitos sentidos.
No «ROTEIRO DE LEITURA DA BÍBLIA», encontra o leitor os seguintes capítulos:

01. A Bíblia nasceu da vida...
02. A religião: ópio do povo ou neurose colectiva?
03. O código «secreto»
04. Como ler um texto bíblico
05. O Deus da Bíblia é o Deus da liberdade
06. O Génesis nas origens...
ou as saudades do paraíso futuro
07. A eco-espiritualidade de Génesis e Apocalipse 21
08. Israel no Egipto. Jehovah ou Javeh?
09. No meio da desgraça levanta-se
a voz dos profetas
10. Um Natal no deserto
11. As catequeses do Novo Testamento
O processo de composição dos Evangelhos
Lucas, o evangelho dos que ninguém quer
Quem se converte de facto, Paulo ou Pedro?
12. A família de Jesus...
Maria Madalena e os irmãos...
13. Mateus e Lucas,
dois mundos à procura de ser de Deus
O diabo do demónio ou um demónio dos diabos...
14. Maria, «deusa» ou modelo e exemplo de fé?
Um possível itinerário de fé, ou um itinerário de fé possível
A esperança que se faz certeza de fé e na fé
A fé que procura, na esperança, a sua certeza
A certeza da esperança realizada que canta a sua fé
A fé que se faz memória da relação que se constrói
A fé do discípulo que aponta o Mestre
A fé que vacila na caminhada e no seguimento.
O receio dos familiares de Jesus
O seguimento. Mesmo vacilando, vai até ao fim, de pé!
A certeza que de novo se faz esperança de fé
e gera novas experiências de fé

Conclusão
Apêndices
1. Evangelhos e Actos dos Apóstolos
2. A «Lectio Divina»
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see Deus é tudo menos tirano
and also Zimbórios
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