segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Não culpes ninguém

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Um poema atribuído internacionalmente a PABLO NERUDA

Não culpes Ninguém / No Culpes a Nadie
Nunca te queixes de ninguém, nem de nada,
porque fundamentalmente
Tu fizeste o que querias da Tua vida.
Aceita a dificuldade de edificares-te a ti mesmo
e o valor de começares corrigindo-te.
O triunfo do verdadeiro homem
surge das cinzas do seu erro.
Nunca te queixes
da Tua solidão ou da tua sorte,
Enfrenta-a com valor e aceita-a.
De uma maneira ou de outra
é o resultado dos teus actos e prova que Tu
sempre hás de ganhar.
Não te amargures com o teu próprio fracasso
nem carregues o fardo a outro,
aceita-te agora
ou continuarás justificando-te como uma criança.
Recorda que qualquer momento
é bom para começar
e que nenhum é tão terrível para claudicar.
Não esqueças
que a causa do Teu presente é o Teu passado
assim como a causa do Teu futuro será
o Teu presente.
Aprende com os audazes,
com os fortes,
com quem não aceita situações,
com quem viverá apesar de tudo,
pensa menos nos teus problemas
e mais no Teu trabalho
e os teus problemas sem os alimentares morrerão.
Aprende a nascer da dor
E a ser maior
que o maior dos obstáculos,
Olha-te no espelho de ti mesmo
e serás livre e forte
e deixarás de ser
um fruto das circunstâncias
porque Tu mesmo és
o Teu destino.
Levanta-te e olha o sol cada manhã
e respira a luz do amanhecer.
Tu és parte da força da Tua vida,
agora desperta, luta,
caminha,
decide-te e triunfarás na vida;
nunca penses na sorte,
porque a sorte é:
o pretexto dos fracassados.
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