Palavras
31 de janeiro
Estar diante de ti em silêncio
dizendo-Te, sem palavras,
muito mais do que as palavras dizem.
É bom ouvir a ressonância da Tua Palavra
e deixá-la germinar na planície do teu e nosso silêncio.
Não faças caso das nossas palavras.
Anota apenas delas o eco do nosso coração.
Andamos, sem saber porquê, inquietos ou eufóricos,
ternos ou violentos, perdidos ou no limiar da verdade.
Complexa é a nossa vida e, todavia, recheada de dons.
Permite que não desperdicemos nem as palavras nem os silêncios.
Mas que o nosso olhar nunca se desvie do Teu olhar,
os nossos caminhos dos Teus caminhos,
como o peregrino, ligeiro no andar, na mira da Montanha Santa.
Pe. António Rego
Fonte: Oração da Manhã (Rádio Renascença)
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
sábado, 28 de janeiro de 2012
My immortal (Evanescence)
I'm so tired of being here, suppressed by all my childish fears
And if you have to leave, I wish that you would just leave
Your presence still lingers here and it won't leave me alone
These wounds won't seem to heal, this pain is just too real
There's just too much that time cannot erase
When you cried, I'd wipe away all of your tears
When you'd scream, I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me
You used to captivate me by your resonating light
Now, I'm bound by the life you left behind
Your face it haunts my once pleasant dreams
Your voice it chased away all the sanity in me
These wounds won't seem to heal, this pain is just too real
There's just too much that time cannot erase
When you cried, I'd wipe away all of your tears
When you'd scream, I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me
I've tried so hard to tell myself that you're gone
But though you're still with me, I've been alone all along
When you cried, I'd wipe away all of your tears
When you'd scream, I'd fight away all of your fears
And I held your hand through all of these years
But you still have all of me, me, meMy immortal
Evanescence
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Bear Grylls Did Alpha
Started in London in 1979 as a brush-up course for rusty churchgoers, the Alpha Course has become a worldwide phenomenon and is now held in 163 countries. It is estimated that more than 13 million people worldwide have attended an Alpha Course.
The Alpha Course comprises 15 sessions held over 10 weeks and is free and open to everyone. No question is out of bounds, and participants are free to say as much or as little as they wish as they make up their own minds about the teachings of Jesus. Spirited discussions often ensue on topics ranging from Who is God? and Why am I here? to Why is there suffering? and Is God a delusion?
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fonte: Zimbórios
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Cursos em Portugal:
http://alphaportugal.org/directorio
Todos são bem-vindos!
O Curso Alpha é para todos, independentemente das suas convicções religiosas e pontos de vista sobre as questões da vida.
O Curso Alpha é para todos, independentemente das suas convicções religiosas e pontos de vista sobre as questões da vida.
Os convidados participam pelas mais variadas razões. Alguns desejam investigar a existência de Deus e se há algum sentido na vida; outros querem discutir o que acontece depois da morte; outros desejam averiguar da relevância do cristianismo na era pós-moderna.
Algumas pessoas, tendo tido uma educação religiosa, querem uma oportunidade de questionar os seus fundamentos; outras desejam simplesmente compreender as crenças das outras pessoas.
O Curso Alpha é para qualquer pessoa que pense que há mais na vida além disto.
fonte: http://alphaportugal.org/para-quem-edomingo, 22 de janeiro de 2012
Tu fazes parte
Milhares de pessoas que se apinharam no Largo do Toural assistiram ao magnífico espectáculo de abertura da Capital Europeia da Cultura.
O cavalo e o homem gigantes foram os protagonistas da primeira parte de uma história que a companhia espanhola «La Fura dels Baus» vai continuar a contar, em quatro capítulos ao longo do evento.
O cavalo, símbolo da força e da fidelidade, e o gigante numa alusão à Europa foram os atractivos do espectáculo irreverente de luz e música que fez palpitar o coração da Cidade onde nasceu Portugal. Um espectáculo que contou com a participação de um grupo de nicolinos e da Banda Musical de Pevidém.
A multidão encheu o Largo do Toural e todas as artérias adjacentes para assistir ao Tempo de Encontros, espectáculo que celebrou o primeiro dia da Capital Europeia da Cultura.
O abraço mágico
Esta fotografia é de um artigo intitulado “O abraço mágico” e foi publicado na NewsWeek. O artigo descreve detalhadamente a primeira semana de vida de dois bebés gémeos. Cada um deles estava na sua incubadora e um tinha uma esperança de vida muito reduzida e estava previsto que não sobrevivesse. Uma enfermeira quebrou as regras do hospital e juntou os bebés numa única incubadora. Quando foram colocados em conjunto, o bebé saudável abraçou a irmã. Com isso ela estabilizou o batimento cardíaco e a temperatura corporal atingiu os valores normais.
fonte: What a fail
fonte: What a fail
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Nós e o nosso mundo (Flavio Siqueira)
www.flaviosiqueira.com
«As vezes é preciso mudar de perspectiva e, como um pintor que se afasta para enxergar sua obra, trocar o imediato e parcial pelo todo, pelo real.»
Flavio Siqueira (facebook)
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
domingo, 15 de janeiro de 2012
A Virgem dos Pobres
Nossa Senhora de Banneux, Virgem dos Pobres
“Eu sou a Virgem dos pobres”.
Assim se apresentou Maria a Mariette Béco, uma menina de 11 anos, por ocasião da terceira das oito aparições ocorridas entre 15 janeiro e 2 de março de 1933 em Banneux, um pequeno vilarejo na região de Ardenne, na Bélgica. A de então era uma época tumultuada entre as duas guerras mundiais do século XX. A potência comunista estava em forte expansão e o nazismo começava a sua ascensão ao poder na Alemanha, enquanto estava no ápice a exploração da classe operária. Mariette era a maior de sete filhos. Provinha de uma família muito modesta e não praticante. Era, portanto, uma alma a ser convertida, uma alma pobre de fé, que Maria buscou para mostrar sua proximidade a toda a humanidade. Em 18 de janeiro, por ocasião da segunda aparição, Maria indicou a Mariette uma fonte nas margens de uma senda e lhe disse que aquela fonte era reservada a ela. No dia seguinte, enquanto a menina estava absorvida em oração na capela, a Santa Virgem lhe explicou a sua intenção, dizendo: “esta fonte é reservada a todas as nações... para dar alívio aos doentes”.Junto às intenções de oração que a Virgem expressou através da jovem, Maria pediu que fosse construída uma capela, que depois foi inaugurada no verão de 1933. Dezesseis anos depois, em 1949, o bispo de Lieja reconheceu oficialmente em nome da Igreja essas aparições. A mulher que apareceu a Mariette e que se apresentou como “a Mãe do Salvador, a Mãe de Deus”, convida agora hoje os peregrinos a seguir o exemplo da menina e a “imergir as mãos na água” da fonte para receber a Graça de Cristo. O que Maria, Mãe de compaixão, dirige a todos os homens é uma mensagem de esperança e um convite à oração. Durante todo o ano, centenas de milhares de peregrinos chegam a Banneux, principalmente por ocasião do Triduum (peregrinação de três dias), para confiar seus problemas à Virgem de Banneux. O Papa João Paulo II, durante sua peregrinação a este santuário, em 21 de maio de 1985, disse: “não somente os doentes, mas o imenso povo dos pobres de hoje – há muitos modos de ser pobre! – se sentem em casa em Banneux. Vêm aqui buscar conforto, coragem, esperança, a união com Deus na provação. Encorajo os peregrinos que vêm aqui a rezar para aquela que, sempre e em todos os lugares na Igreja, reflete a face da misericórdia de Deus”. “Maria, Virgem dos Pobres, leva-nos a Jesus fonte da graça e vem consolar o nosso sofrimento. Nós te imploramos com confiança: ajuda-nos a seguir o teu Filho com generosidade e pertencer-Lhe sem reservas”.
fonte: h2onews
visite: Zimbórios
Blasfémia, Asia Bibi
A minha opinião:
Blasfémia, conta-nos a história de Ásia Bibi. Aliás, a história é contada pela própria Ásia, a paquistanesa cristã que foi condenada à pena de morte por ter bebido um copo de água. Copo este, que pertencia a mulheres muçulmanas, “contaminando” desta forma toda a água daquele poço.
Este é um relato sofrido, de alguém inocente que há dois anos espera a ordem de enforcamento. É essencialmente um pedido de socorro além grades. Não para se salvar a si própria, porque a sua esperança vai morrendo aos poucos, mas também e essencialmente para dar a conhecer as injustiças que se cometem em nome de um Deus que nada pede. É o fanatismo religioso levado ao extremo.
Ásia, sofre não só por si, mas por toda a família que teve de fugir e refugiar-se algures, pois todos foram considerados blasfemos tal como ela.
No Paquistão pode-se matar, violar e cometer crimes horrendos (desde que sejam os homens a fazê-lo), mas não se pode discutir religião, principalmente se esta discussão envolver um cristão e um muçulmano. Foi desta forma que Ásia foi presa – no calor de uma discussão (provocada por mulheres muçulmanas), Ásia defendeu o seu Deus Cristão em detrimento do profeta Maomé.
A mim faz-me confusão, o facto de se viver num país que não nos protege e que anda constantemente à procura de razões para nos julgar e condenar…
Esta é uma leitura que se faz num par de horas, é um relato triste, verdadeiro e comovente de alguém que sofre por não ter cometido crime algum.
fonte: ...viajar pela leitura...visite: Fundação AIS
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