O realismo dos sonhos que hoje tive trazem-me aqui para partilhar algo que julgo ser muito importante. Como é possível que a dormir eu possa visualizar imagens tão aparentemente reais? É impressionante. Desde pequeno que me sinto mesmo impressionado com este realismo. Acordo tantas vezes com a sensação de que os meus sonhos são reais que quase preciso de me beliscar para me aperceber que estava mesmo a dormir. Este facto reforça a importância dos meus pensamentos. E essa importância é assim grande porque, quando estou a dormir, fico pura e simplesmente nas mãos desse autêntico oceano de ideias. Durante o sono, fico efectivamente nas mãos dos meus pensamentos, desse mar que, mais revolto ou menos sereno, me transporta para onde entende ser melhor para ele, para onde sente que as ondas devem rebentar, para onde entende que algo em mim se deve afogar, para onde sente que a minha barca deve seguir... Assim, é aquilo que eu semeio durante o dia, na minha fase consciente, que vou colher durante a noite. E isso é tão importante…! Por isso repito aquilo que já li várias vezes: Atenção com aquilo que desejo e com aquilo que em mim alimento. Foco redobrado na entrega, na aceitação do outro e de mim próprio. E Sempre muita Paz. Mano, Oeiras, 5 de Setembro de 2019.
Neste mundo de dualidade, de guerra e de Paz, de morte e de Vida, de trevas e de Luz, nada mais me entusiasma que a Verdade encontrada no Caminho de Jesus.
Acredito que Agora É aquele momento certo para despertar deste sonho e dar Vida a esta Cruz. Mano Oeiras, 24 de Agosto de 2019
( ver último vídeo que tem a melhor resolução e é o mais completo :) )
"Visita do Papa a Marrocos - O que se segue, é uma obra de arte. É um concerto que deram em Marrocos em homenagem ao Papa. Um muçulmano canta uma oração em árabe. Uma mulher judaica uma oração em hebraico. E uma oração católica, a Avé Maria de Caccini. No final, as três orações são cantadas em uníssono. Aproveite esta jóia da paz ☮ Uma lição de convivência entre cristãos, judeus e muçulmanos__________________________ Na verdade, não são as religiões que se opõem, mas sim os interesses político financeiros." fonte: facebook MM
Obrigado MM
O vídeo que aqui publicamos é uma obra de arte e um sinal de paz entre religiões. É um concerto realizado em Marrocos em homenagem ao Papa Francisco: um muçulmano canta uma oração em árabe, uma mulher judaica uma oração em hebraico, e uma oração católica, a ‘Avé Maria’ de Caccini. No final, as três orações são cantadas em uníssono.
Esta é uma lição de convivência entre cristãos, judeus e muçulmanos.
Recorde-se que o Papa Francisco chegou a Rabat a 30 de Março para uma visita de dois dias, quase 33 anos depois da visita que realizou João Paulo II, em 1985, ao país africano.
Hoje passei este vídeo a privado, para respeitar quaisquer direitos autorais
que pudessem existir e que não quero ignorar... isto apesar de pensar que tudo aquilo que é assim bonito, deve ser partilhado de graça... é a minha opinião... :(
Ando devagar porque já tive pressa E levo esse sorriso porque já chorei demais Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe Só levo a certeza de que muito pouco Eu sei, que nada sei
Conhecer as manhas e as manhãs O sabor das massas e das maçãs É preciso amor pra poder pulsar É preciso paz pra poder sorrir É preciso a chuva para florir
Penso que cumprir a vida seja simplesmente Compreender a marcha ir tocando em frente Como um velho boiadeiro Levando a boiada eu vou tocando os dias Pela longa estrada eu vou, estrada eu sou
Conhecer as manhas e as manhãs O sabor das massas e das maçãs É preciso amor pra poder pulsar É preciso paz pra poder sorrir É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia, todo mundo chora Um dia a gente chega no outro vai embora Cada um de nós compõe a sua história Cada ser em si carrega o dom de ser capaz De ser feliz
Ando devagar porque já tive pressa Levo esse sorriso porque já chorei demais Cada um de nós compõe a sua história Cada ser em si carrega o dom de ser capaz De ser feliz ...
• Possa uma corrente de compromisso pela paz unir todos os homens e mulheres de boa vontade. • Queridos jovens, rezai comigo pela paz no mundo. • A paz é um bem que supera qualquer barreira, porque é um bem de toda a humanidade. • Com todas as minhas forças, peço às partes envolvidas no conflito que não se fechem nos próprios interesses. • Quanto sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o uso das armas. • Queremos que nesta nossa sociedade, dilacerada por divisões e conflitos, possa irromper a paz! • Que se eleve forte em toda a terra o grito da paz. • Queremos um mundo de paz; queremos ser homens e mulheres de paz. • Rezemos pela paz: a paz no mundo e no coração de cada um. fonte: TWITTER @PONTIFEX_PT
Internationally celebrated author and lecturer, Joan Chittister, speaks about cultivating solitude and silence as a way to live peacefully in the world and as a model for the next generation.
"Temos de aprender a fazer silêncio o tempo suficiente
Gosto de jogar Xadrez na net. Há poucos dias estava a jogar com alguém que a determinada altura disse que tinha de parar porque tinha de ir rezar. Disse-lhe que não fazia mal porque eu também o ia fazer. Disse-me que era muçulmano e eu disse-lhe que era cristão. Despedimo-nos, tendo-lhe eu pedido que rezasse por nós, pois eu rezaria por ele e disse-lhe adeus. Respondeu-me com a expressão "Salam Aleikum" que eu lhe perguntei o que significava. Disse-me que era o mesmo que "Adeus".
Posteriormente procurei na net e percebi que estas palavras têm outra tradução mais correta que não invalida a do nosso "A-Deus" e que é: "Que a Paz esteja convosco".
É fantástica a beleza desta expressão que, de certa forma, nos liga e que Jesus usou várias vezes (ver João 20 [vers. 19,21,26]).
Salam Aleikum! Manuel Filipe Santos 12 de Março de 2012
Senhor, meu Deus, eu Te agradeço. Muito obrigado. Obrigado por tudo aquilo que me tens dado. Por tudo aquilo que tanto aprecio e por tudo aquilo que um dia virei a entender. Por tudo aquilo que tenho e por tudo aquilo que um dia terei. Sei que tudo o que me dás e que tudo o que me negas tem um propósito. Mas peço-Te... Peço-Te que me dês a capacidade de Aceitar sempre a Tua Vontade, a Sabedoria necessária para contornar as adversidades e a Calma e a Paz que são precisas para as dissolver no mar do Teu Amor. Peço-Te ainda a Alegria que vem da Satisfação com as pequenas Vitórias e o Entusiasmo para nunca desistir de Amar.
Obrigado! Manuel Filipe Santos
Nota: O meu agradecimento muito especial ao André Ferreira e ao Passeio da Tarde.
+++ É preciso pensar um pouco nas pessoas que ainda vêm… nas crianças. A gente tem que arrumar um jeito de deixar pra eles um lugar melhor. Para os nossos filhos e, Para os filhos de nossos filhos. pense bem!
Deve haver um lugar dentro do seu coração Onde a paz brilhe mais que uma lembrança Sem a luz que ela traz já nem se consegue mais Encontrar o caminho da esperança
Sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens Se fazendo irmão e estendendo a mão
Só o amor, muda o que já se fez E a força da paz junta todos outra vez Venha, já é hora de acender a chama da vida E fazer a terra inteira feliz
Se você for capaz de soltar a sua voz Pelo ar, como prece de criança Deve então começar outros vão te acompanhar E cantar com harmonia e esperança
Deixe, que esse canto lave o pranto do mundo Pra trazer perdão e dividir o pão.
Quanta dor e sofrimento em volta a gente ainda tem, Pra manter a fé e o sonho dos que ainda vêm. A lição pro futuro vem da alma e o coração, Pra buscar a paz, não olhar pra trás, com amor.
Se você começar outros vão te acompanhar E cantar com harmonia e esperança. A Paz - Roupa Nova Original: Heal The World ( Michael Jackson )
+++
Think about the generations and to say we want to make it a better world for our children and our children's children. So that they know it's a better world for them; and think if they can make it a better place.
There's a place in your heart
And I know that it is love
And this place could be much
Brighter than tomorrow.
And if you really try
You'll find there's no need to cry
In this place you'll feel
There's no hurt or sorrow.
There are ways to get there
If you care enough for the living
Make a little space, make a better place.
Heal the world
Make it a better place
For you and for me and the entire human race
There are people dying
If you care enough for the living
Make a better place for
You and for me.
If you want to know why
There's a love that cannot lie
Love is strong
It only cares for joyful giving.
If we try we shall see
In this bliss we cannot feel
Fear or dread
We stop existing and start living
Then it feels that always
Love's enough for us growing
Make a better world, make a better world.
And the dream we would conceived in
Will reveal a joyful face
And the world we once believed in
Will shine again in grace
Then why do we keep strangling life
Wound this earth, crucify it's soul
Though it's plain to see, this world is heavenly
Be God's glow.
We could fly so high
Let our spirits never die
In my heart I feel
You are all my brothers
Create a world with no fear
Together we'll cry happy tears
See the nations turn
Their swords into plowshares
We could really get there
If you cared enough for the living
Make a little space to make a better place.
There are people dying if you care enough for the living
Make a better place for you and for me.
There are people dying if you care enough for the living
Make a better place for you and for me.
You and for me / Make a better place
You and for me / Make a better place
You and for me / Make a better place
You and for me / Heal the world we live in
You and for me / Save it for our children
You and for me / Heal the world we live in
You and for me / Save it for our children
You and for me / Heal the world we live in
You and for me / Save it for our children
You and for me / Heal the world we live in
You and for me / Save it for our children
Concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras.
A Oração da Serenidade foi escrita pelo teólogo protestante Reinhold Niebuhr que viveu de 1892 até 1971 e trabalhava no Union Theological Seminary, nos Estados Unidos da América.
É utilizada por grupos de ajuda mútua, tais como Alcoólicos Anônimos e Neuróticos Anônimos, representando uma síntese dos esforços que devemos desenvolver para vencermos a nós próprios e aprendermos a exercer nossa vontade.
Em sua parte básica, mais conhecida popularmente a oração diz assim:
Concede-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar as que eu posso e sabedoria para distinguir uma das outras.
Nessa oração podemos destacar quatro virtudes ou comportamentos básicos essenciais para a aquisição do equilíbrio e da harmonia com o mundo em que vivemos: serenidade, aceitação, coragem e sabedoria.
Serenidade significa paz. No Evangelho de João, capítulo 15, versículo 27 Jesus nos deixou sua paz dizendo:
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou, não vo-la dou como o mundo dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.
Diante de sua realidade, o homem pode buscar duas situações: satisfazer suas necessidades considerando como valor as coisas do mundo material, ou colocando seu ponto de vista nos valores do espírito. Podemos então escolher entre buscar a paz do mundo ou construir a paz do Espírito, ou a paz que o Cristo nos deixou.
Ilude-se aquele que busca a paz pela aquisição das coisas materiais: apego, posse, poder, riqueza, prazer, sucesso... As coisas do mundo não estão nunca estiveram nem estarão sob o nosso controle. No mundo vive-se a ilusão do ganho e da perda, existe a necessidade de competir para sobreviver, as dores impõem sofrimentos, desequilíbrio e depressão. A felicidade consiste em breves momentos de trégua em que aparentemente nossos problemas estão resolvidos. Vive-se em contínua preocupação e medo pelo dia de amanhã. No mundo tudo passa.
Conta uma lenda que um rei desejando saber qual era a receita da felicidade mandou chamar um sábio que lhe deu um livro com apenas duas páginas, dizendo:
- Neste livro está inserida toda a receita para a felicidade e o resumo de toda a sabedoria. Quando estiveres aflito, desesperado, pressionado pelo mundo, não encontrando o caminho a ser percorrido abre este livro e leia a primeira página apenas. Assim também, quando estiveres sentindo a necessidade de compartilhar sua alegria e felicidade com o mundo, em função de seus sucessos, abre o livro e lê a segunda página.
Assim foi feito. Certa ocasião, o rei encontrava-se encurralado em batalha com o país vizinho, prestes a perder tudo o que tinha, colocando em risco a sorte de seu povo. Não sabendo o que fazer, lembrou-se do sábio, pegou o livro e leu a primeira página. Lá estava escrito: "Isto passa!"
Enchendo-se de esperança, o rei conseguiu recuperar-se de seu estado depressivo, trabalhou com afinco, deu a volta por cima da adversidade e conseguiu superar a situação, voltando a trazer harmonia para seu povo.
Quando estava feliz por ter conseguido vencer e resgatar a prosperidade de seu povo, desejando compartilhar sua alegria com todos à sua volta, lembrou-se do sábio, pegou o livro e leu a segunda página. Lá estava escrito: "Isto também vai passar!"
Assim também são as coisas do mundo, não estão sob o controle ou domínio dos homens. Tristeza, felicidade, sucesso, fracasso, alegria, tudo passa, tudo se modifica.
Aquele, entretanto, que coloca seu ponto de vista nos valores espirituais, adquire a paz que o Cristo nos deixou. Isto porque, do ponto de vista espiritual não existem problemas, mas oportunidades de aprendizado e conquista. As coisas do Espírito estão sob o controle de cada um, sendo a vida um conjunto de lições a serem aprendidas As dores são conseqüências naturais de nossas escolhas atuais e pretéritas. Construímos hoje nosso dia de amanhã. A justiça Divina está presente em todas as coisas, sendo, pois, a resignação a postura mais recomendada. A luta do homem é para vencer a si próprio, domando suas más inclinações e suas tendências inferiores. Não existem perdas, pois como o Espírito não regride, se ganha sempre.
Ao nos deixar sua paz Jesus nos aconselhou: "Não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã. A cada dia basta o seu mal"(Mateus: 6-34).
A paz espiritual não significa a ausência de problemas ou de obstáculos, mas o reconhecimento de que esses são nossas oportunidades de aprendizado e de iluminação interior. Nesse sentido, a Oração da Serenidade nos apresenta a receita para a felicidade relativa, pois aponta o caminho da paz do Espírito ou da paz do Cristo.
Diante das adversidades, encontramos três tipos de situação:
(1) aquelas que não estão sob nosso controle e, portanto, não podem ser mudadas pelas nossas ações;
(2) aquelas que estão sob nosso controle e só dependem de nós para serem mudadas;
(3) e aquelas que, embora não possamos modificar diretamente, podemos tentar influenciar na mudança.
Do ponto de vista individual o Espírito deve passar por provas e expiações. Nas provas podemos escolher os caminhos, embora não consigamos nos afastar daquilo que nos está determinado experimentar. Nas expiações, nada podemos fazer, a não ser aceitar o que nos é dado viver. Do ponto de vista coletivo, tudo que é do mundo não depende só de nós e, portanto, ocorrem situações que não podemos mudar. Podemos, entretanto, agir de forma a modificar, por influência, comportamentos, leis e posturas coletivas.
Tudo começa, pois, pela aceitação de si mesmo, pelo conhecimento de si próprio, pela luta para vencer a ilusão do orgulho, a vaidade, o egoísmo, o apego e pela decisão de caminhar vivendo as experiências do mundo com sabedoria. A felicidade não é um ponto de chegada, não é um momento fugaz, mas a oportunidade de percorrer o caminho continuamente. Cada instante da vida é, pois um momento de felicidade quando trazemos a paz no Espírito. Nosso mundo é ainda de amor condicional, daí ser a felicidade, aos olhos dos homens, uma coisa passageira.
A paz do mundo é tida como ausência de guerra, ausência de conflitos, mas pelos olhos do mundo vivemos todos com medo. Medo de ser rejeitado, de não ser reconhecido, de errar, de fracassar, de ficar doente, de perder coisas e bens materiais, de perder pessoas amadas, de perder o emprego, de passar por dificuldades financeiras de perder a vida. O sentimento de perda é uma realidade.
Jesus, no entanto, nos deixou a paz, não como o mundo dá, recomendando que não deixássemos turbar o coração nem agasalhássemos o temor em nossas vidas. Todavia, a aceitação das coisas que não podemos mudar não pode ser entendida como um convite para a inércia, pois nosso Espírito está em contínua construção, requerendo as experiências do caminho para a aquisição da felicidade. A vida nos ensina. Vivendo aprendemos a distinguir, sem lamentações, as situações que enfrentamos. Compete-nos a aceitação serena, mas também a ação regeneradora.
Em sua segunda parte, menos conhecida, a Oração da Serenidade nos aponta o caminho, nos aconselha o comportamento para melhor enfrentarmos as situações da vida. Como atingir a serenidade para aceitar, a coragem para agir e a sabedoria para discernir. A oração como um todo nos diz assim:
Concede-me, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não posso modificar, coragem para modificar as que eu posso e sabedoria para distinguir uma da outra – vivendo um dia de cada vez, desfrutando um momento de cada vez, aceitando as dificuldades como um caminho para alcançar a paz, considerando o mundo pecador como ele é, e não como gostaria que ele fosse, confiando em Deus para endireitar todas as coisas para que eu possa ser moderadamente feliz nesta vida e sumamente feliz contigo na eternidade.
10 de outubro de 2010 • 16h41 • atualizado às 17h13
O papa Bento XVI fez um apelo neste domingo às três religiões presentes no Oriente Médio, islã, judaísmo e cristianismo, para que promovam valores que excluam a violência, ao iniciar os trabalhos de um Sínodo sobre a região na basílica de São Pedro, no Vaticano.
Esta é a primeira vez que o Sínodo sobre o Oriente Médio conta com a participação de líderes judeus e muçulmanos.
"As três principais religiões presentes no Oriente Médio devem promover os valores culturais e espirituais que unam as pessoas e excluir qualquer forma de violência", afirmou o Papa durante a missa que deu início aos trabalhos do Sínodo na Basílica de São Pedro.
Durante a missa celebrada ao lado dos "padres sinodais" (participantes), Bento XVI voltou a dizer que a paz é "indispensável" para um "desenvolvimento harmonioso" de todos os habitantes dos países da área, alguns dos quais passam por "uma situação social e política delicada, às vezes dramática ".
A mensagem do pontífice às três religiões acontece num momento em que vários países assistem a um fortalecimento do fundamentalismo islâmico.
Bento XVI também pediu a contribuição da comunidade internacional, que deve "apoiar uma via confiável, leal e construtiva em direção à paz".
O principal objetivo desta reunião é examinar os maiores desafios a serem enfrentados pelos católicos do Oriente Médio, região duramente afetada pelas tensões políticas e religiosas.
As condições de vida geralmente precárias das minorias cristas na região levaram muitos a imigrar e agora o Oriente Médio conta com apenas 20 milhões de cristãos, dos quais 5 milhões de católicos, do total de 356 milhões de habitantes.
O diálogo com as outras religiões, judaísmo e islã, no qual os cristãos podem ter um papel-chave, segundo a Igreja, é outro dos principais temas do encontro.
O árabe será um dos idiomas oficiais do Sínodo, que conta com 185 prelados, sendo que uma centena proveniente do Oriente Médio, e tem a presença de líderes das Igrejas copta, maronita, melkita, siríaca, caldeia e armênia, e do patriarca latino de Jerusalém.
Dois importantes representantes do islamismo, entre eles o aiatolá iraniano Seyed Mostafa Mohaghegh Ahmadabadi, e o líder judeu, o rabino David Rosen, diretor de Assuntos Interreligiosos do Comitê Judeu Internacional, foram convidados pelo papa para a reunião em 14 e 13 de outubro.
O Sínodo será encerrado no dia 24 depois de duas semanas de debates a portas fechadas.
MENSAGEM DE SUA SANTIDADE BENTO XVI PARA A CELEBRAÇÃO DO DIA MUNDIAL DA PAZ 1 DE JANEIRO DE 2010
SE QUISERES CULTIVAR A PAZ, PRESERVA A CRIAÇÃO 1. Por ocasião do início do Ano Novo, desejo expressar os mais ardentes votos de paz a todas as comunidades cristãs, aos responsáveis das nações, aos homens e mulheres de boa vontade do mundo inteiro. Para este XLIII Dia Mundial da Paz, escolhi o tema: Se quiseres cultivar a paz, preserva a criação. O respeito pela criação reveste-se de grande importância, designadamente porque «a criação é o princípio e o fundamento de todas as obras de Deus» e a sua salvaguarda torna-se hoje essencial para a convivência pacífica da humanidade. Com efeito, se são numerosos os perigos que ameaçam a paz e o autêntico desenvolvimento humano integral, devido à desumanidade do homem para com o seu semelhante – guerras, conflitos internacionais e regionais, actos terroristas e violações dos direitos humanos –, não são menos preocupantes os perigos que derivam do desleixo, se não mesmo do abuso, em relação à terra e aos bens naturais que Deus nos concedeu. Por isso, é indispensável que a humanidade renove e reforce «aquela aliança entre ser humano e ambiente que deve ser espelho do amor criador de Deus, de Quem provimos e para Quem estamos a caminho». ... in http://www.zenit.org/rssportuguese-23577
Assim diz o Senhor: Tu, Belém de Éfrata, pequenina entre os mil povoados de Judá, de ti há de sair aquele que dominará em Israel; sua origem vem de tempos remotos, desde os dias da eternidade. Deus deixará seu povo ao abandono, até o tempo em que uma mãe der à luz; e o resto de seus irmãos se voltará para os filhos de Israel. Ele não recuará, apascentará com a força do Senhor e com a majestade do nome do Senhor seu Deus; os homens viverão em paz, pois ele agora estenderá o poder até os confins da terra, e Ele mesmo será a Paz.
- Palavra do Senhor. - Graças a Deus.
Miquéias (em Portugal: Miqueias) é um nome que vem de uma palavra hebraica que significa "Quem é como Yah?". O nome do autor do livro de Miquéias aparece na septuaginta como Michaías[1][2]. A Vulgata Latina diz Michaeas. Ele foi um profeta do século VIII a.C. morador de Morasti-Gat, na Shefelá em Judá, talvez tenha sido um líder (ancião, heb. zaqen) da comunidade. Atuou em Judá no período de Jotão, Acaz e Ezequias. [1].↑ Echegary, J. González et ali. A Bíblia e seu contexto (em português). 2.ed. São Paulo: Edições Ave Maria, 2000. pp. 1133. 2 v. ISBN 9788527603478 [2].↑ Pearlman, Myer. Através da Bíblia: Livro por Livro (em português). 23.ed. São Paulo: Editora Vida, 2006. pp. 439. ISBN 9788573671346