segunda-feira, 11 de maio de 2026
Our Lady of Fátima
segunda-feira, 13 de outubro de 2025
O Milagre do Sol
A chuva que caía cessou, as nuvens entreabriram-se deixando ver o Sol, assemelhando-se a um disco de prata fosca, podia fitar-se sem dificuldade sem cegar. A imensa bola começou a girar vertiginosamente sobre si mesma como uma roda de fogo. Depois, os seus bordos tornaram-se escarlates e deslizou no céu, como um redemoinho, espargindo chamas vermelhas de fogo. Essa luz refletia-se no solo, nas árvores, nas próprias faces das pessoas e nas roupas, tomando tonalidades brilhantes e diferentes cores. Animado três vezes por um movimento louco, o globo de fogo pareceu tremer, sacudir-se e precipitar-se em ziguezague sobre a multidão aterrorizada. Tudo durou uns dez minutos. Finalmente, o Sol voltou em ziguezague para o seu lugar e ficou novamente tranquilo e brilhante. Muitas pessoas notaram que as suas roupas, ensopadas pela chuva, tinham secado subitamente. Tal fenómeno foi testemunhado por milhares de pessoas, até mesmo por outras que estavam a quilómetros do lugar das aparições. O relato foi publicado na imprensa por diversos jornalistas que ali se deslocaram e que foram também eles, testemunhas do acontecimento.
via Leonor Castro
fonte segundo ChatGPT:
Uma descrição tradicional do chamado “Milagre do Sol” ocorrido em Fátima, a 13 de outubro de 1917, baseada em testemunhos de peregrinos e jornalistas presentes no local, especialmente o relato publicado no jornal O Século (de Lisboa) por Avelino de Almeida, que esteve entre os observadores.
👉 A fonte original mais citada é:
Avelino de Almeida, “Como o sol bailou ao meio-dia em Fátima: As aparições da Virgem — Fenómeno prodigioso testemunhado por milhares de pessoas — As impressões dum repórter de ‘O Século’”, publicado em O Século, Lisboa, 15 de outubro de 1917.
O trecho que apresentaste é uma reformulação bastante próxima (quase literal, mas modernizada) desse artigo histórico, que descreve o fenómeno solar observado por uma multidão de cerca de 70 mil pessoas.
Esse relato foi reproduzido e adaptado em inúmeras obras posteriores sobre Fátima — entre elas:
• Documentação Crítica de Fátima (vol. I, Secretariado dos Pastorinhos);
• Fátima dos Documentos (Pe. Joaquim Fernandes);
• Fátima — História e Mensagem (Padre Luís Kondor).
Portanto:
📜 Fonte original — Jornal O Século, 15 de outubro de 1917, artigo de Avelino de Almeida.
📘 Versões posteriores — Reproduções e adaptações em livros e publicações sobre Fátima.
sábado, 13 de setembro de 2025
5ª Aparição de Fátima
Como das outras vezes, uma série de fenómenos atmosféricos foram observados pelos circunstantes, cujo número foi calculado entre quinze a vinte mil pessoas: o súbito refrescar da atmosfera, o empalidecer do Sol até ao ponto de se verem as estrelas, uma espécie de chuva como que de pétalas irisadas ou flocos de neve que desapareciam antes de pousarem na terra. Os videntes notaram, como de costume, o reflexo de uma luz e, a seguir, Nossa Senhora sobre a azinheira.
Nossa Senhora: — Continuem a rezar o terço para alcançarem o fim da guerra. Em Outubro, virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, São José com o Menino Jesus, para abençoarem o Mundo.
via WhatsApp / Leonor Castro
outras fontes: Plínio Corrêa de Oliveira
quinta-feira, 17 de julho de 2025
domingo, 13 de julho de 2025
Foi há 108 anos
No dia 13 de julho de 1917, em Fátima, ocorreu a terceira aparição de Nossa Senhora aos três pastorinhos — Lúcia, Francisco e Jacinta — na Cova da Iria. Nesta ocasião, a Virgem Maria revelou-lhes o chamado “Segredo de Fátima”, dividido em três partes:
• Mostrou-lhes uma visão do inferno.
• Fez profecias sobre futuras guerras e perseguições à Igreja.
• Comunicou uma mensagem de penitência e oração, pedindo a consagração da Rússia ao seu Imaculado Coração.
Este evento marcou profundamente a história religiosa e social de Fátima, tornando-se um dos episódios mais emblemáticos das aparições marianas do século XX.
fonte: Perplexity
terça-feira, 1 de julho de 2025
Devoção da primeira sexta e primeiro sábado
A devoção da Primeira Sexta-feira e do Primeiro Sábado são práticas católicas que visam honrar o Sagrado Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria, respectivamente, como forma de reparação pelos pecados e ingratidões da humanidade.
Devoção da Primeira Sexta-feira
Origem
A devoção à Primeira Sexta-feira do mês tem suas raízes nas aparições de Jesus Cristo a Santa Margarida Maria Alacoque no século XVII, na França. Jesus revelou a ela o Seu Sagrado Coração, que estava ardendo em amor pela humanidade, mas também ferido pela ingratidão dos homens. Ele fez 12 grandes promessas àqueles que praticassem essa devoção, sendo a mais conhecida a garantia da perseverança final e da salvação eterna para quem comungasse nas nove primeiras sextas-feiras consecutivas com a devida intenção.
Significado
Essa devoção é um convite à meditação sobre o amor infinito de Jesus, que se entregou na cruz por nós, e um ato de reparação pelas ofensas cometidas contra o Seu Sagrado Coração. É um dia para celebrar o extremo do amor de Jesus e expressar nossa gratidão e consolo a Ele.
Como praticar
Para praticar a devoção da Primeira Sexta-feira, recomenda-se:
* Participar da Santa Missa e receber a Sagrada Comunhão na primeira sexta-feira de cada mês, por nove meses consecutivos.
* Ter a intenção de honrar o Sagrado Coração de Jesus e reparar as ofensas contra Ele.
* A confissão sacramental também é fortemente recomendada para estar em estado de graça.
Devoção do Primeiro Sábado
Origem
A devoção dos Cinco Primeiros Sábados é parte integrante da Mensagem de Fátima. Nossa Senhora apareceu à Irmã Lúcia em Pontevedra, Espanha, em 10 de dezembro de 1925, acompanhada pelo Menino Jesus. Eles pediram a prática dessa devoção como forma de reparar o Imaculado Coração de Maria, ferido pelas blasfêmias e ingratidões dos homens. Os cinco sábados correspondem a cinco tipos de ofensas cometidas contra o Coração Imaculado de Maria.
Significado
Essa devoção é um ato de desagravo e consolo ao Imaculado Coração de Maria, que sofre com as ofensas contra sua Imaculada Conceição, sua Virgindade, sua Maternidade Divina, contra aqueles que procuram infundir nas crianças a indiferença e o desprezo pela Virgem, e contra suas imagens. Nossa Senhora prometeu que assistiria na hora da morte, com todas as graças necessárias para a salvação, àqueles que praticassem essa devoção.
Como praticar
Para praticar a devoção dos Cinco Primeiros Sábados, é necessário cumprir quatro condições, por cinco meses consecutivos, com a intenção de desagravar o Imaculado Coração de Maria:
* Confissão Sacramental: Confessar-se, de preferência no primeiro sábado, ou nos dias próximos a ele (até oito dias antes ou depois), com a intenção reparadora.
* Comunhão Reparadora: Receber a Sagrada Comunhão no primeiro sábado. Se, por justo motivo, não for possível no sábado, pode ser no domingo seguinte, com permissão do sacerdote.
* Rezar o Terço: Recitar o Santo Terço.
* Meditar por 15 minutos: Fazer companhia a Nossa Senhora, meditando durante quinze minutos sobre um ou mais mistérios do Rosário, com a mesma intenção de desagravo.
Ambas as devoções são poderosos meios de crescimento espiritual, aproximação de Jesus e Maria, e de intercessão pela salvação das almas e a paz no mundo.
fonte: Gemini
referências: AVVD
quarta-feira, 21 de maio de 2025
Primeira referência a Fátima
O Papa Leão XIV fez a primeira referência a Fátima do seu pontificado, durante a sua primeira Audiência Geral, que aconteceu na manhã desta quarta-feira, no Vaticano.
“Caros fiéis de língua portuguesa, sejam bem-vindos! Uma saudação especial aos peregrinos vindos de Portugal e do Brasil. Neste mês mariano, reitero o apelo da Virgem de Fátima: “Rezai o Rosário todos os dias pela paz.” Juntamente com Maria, peçamos que os homens não fechem o coração a este dom de Deus e desarmem o seu coração. O Senhor vos abençoe”, disse o Santo Padre, na saudação aos peregrinos de língua portuguesa presentes na Praça de São Pedro.
Esta é a primeira referência pública que o Sumo Pontífice faz à Mensagem de Fátima desde que foi eleito, a 8 de maio passado.
fonte: Vatican News
sexta-feira, 16 de maio de 2025
Vim aqui
quarta-feira, 14 de maio de 2025
Sobre a Fé
Tenho um respeito sagrado pela fé. Durante os três meses de internamento do Benjamim, foi palpável. Era uma presença, não era uma doutrina. Foi uma forma de resistência, uma negação da desistência. Mesmo quem não crê tem de acreditar na fé. Na fé como fenómeno humano, como pulsação comum, como contágio inevitável. A fé existe para lá da crença. Epidemiza-se, salva por osmose. Por contaminação.
Eu senti-a ali, no hospital. Senti-a de quem rezava, de quem cuidava, de quem enviava e-mails, mensagens, vídeos cómicos. Era impossível não ser arrastado. A fé não se explica, não se prova, não se mede. Não é racional; é real. A fé não é a certeza de que as coisas vão ficar bem; é a certeza de que não deixaremos de tentar.
Em Fátima, no meio destes milhares, estariam muitos assim, com a mesma obstinação de quem se recusa a ser reduzido ao acaso. A fé é o protesto mais nobre contra a indiferença do universo.
É a fé a forma mais sublime de desobediência.
terça-feira, 13 de maio de 2025
Ó Fátima Adeus!
MÃE: O INFINITO EM TRÊS LETRAS
"Mãe! São três letras apenas
As desse nome bendito:
Três letrinhas, nada mais...
E nelas cabe o Infinito
E palavra tão pequena
- confessam mesmo os ateus -
É do tamanho do Céu!
E apenas menor que Deus..." (Mario Quintana, Mãe).
No Dia das Mães, somos convidados a refletir sobre a importância dessa figura em nossas vidas, inspirados pelo poema "Mãe", de Mario Quintana. Através de suas palavras, somos lembrados de que, em apenas três letras, cabe o infinito amor e a imensidão do universo.
Mães são seres que transcendem a compreensão humana, pois carregam em si a capacidade de amar incondicionalmente, de se doar sem limites e de serem a força motriz que nos impulsiona a seguir em frente. Mesmo os que não acreditam em divindades reconhecem a grandiosidade do amor materno, tão vasto quanto o céu e apenas menor que Deus.
Neste dia especial, é importante refletir sobre o papel das mães em nossas vidas e agradecer por tudo o que elas fazem por nós. Elas são nossas primeiras professoras, nossas confidentes e nossas protetoras. São elas que nos ensinam a enfrentar os desafios da vida com coragem e determinação, e que nos mostram o verdadeiro significado do amor.
As mães são a personificação do amor e da dedicação, e é por isso que devemos honrá-las e celebrá-las não apenas neste dia, mas em todos os momentos de nossas vidas. Afinal, o amor de uma mãe é um presente que nos acompanha desde o nosso primeiro suspiro e que nos guia ao longo de toda a nossa existência.
Então, neste Dia das Mães, vamos nos inspirar no poema de Mario Quintana e expressar nossa gratidão e amor por essas mulheres incríveis que nos deram a vida e nos ensinaram a viver. Vamos celebrar o infinito que cabe em apenas três letras: Mãe.
Mauro Nascimento (@maurolnascimento)
Arte: Laerte (@laertegenial).
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#Katholikos #Mãe #diasdasmães #infinito #trêsletras
fonte: Katholikos
Ó Fátima Adeus!
Um Adeus que é um Até Já!
Um Adeus que é um Anda Comigo!
Um Adeus que é um Quero-Te comigo!
Ó Fátima Adeus!
Lenços brancos para Ti!
As minhas lágrimas de emoção!
Ó Fátima Adeus!
Fica sempre comigo!♥️
Marisa Sousa
Imagem: WEB
fonte: Guarda de mim
segunda-feira, 7 de abril de 2025
Não percam Fátima no Politeama
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| Adaptação de criação de ChatGPT |
Soberbo! Devo ter perdido quase um litro de água salgada...
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025
domingo, 6 de outubro de 2024
O Milagre Do Sol
Tive ontem a oportunidade de assistir a uma excelente palestra de Bernardo Motta sobre o Milagre do Sol, na Paróquia de Queluz, a convite do Sr Padre Thomaz Fernández. Mais do que uma partilha das fotos retiradas naquele dia, das análises científicas das mesmas, dos testemunhos oculares, foi uma noite de celebração de uma Fé Racional, não de uma Fé cega mas da partilha da Alegria de um Deus que tanto nos ama e tantos sinais nos tem dado desse Amor que nos convida a viver mas sempre respeitando o nosso livre arbítrio.

sexta-feira, 16 de agosto de 2024
Santo Estevão da Hungria
No dia da Assunção de Maria, em 15 de agosto de 1038, o rei Estêvão I morreu. Logo passou a ser venerado pelo povo húngaro, que fez do seu túmulo local de intensa peregrinação de fiéis, que iam agradecer ou pedir sua intercessão para graças e milagres. A fama de sua santidade ganhou força no mundo cristão, sendo incluído no livro dos santos, em 1083, pelo papa Gregório VII. A festa de santo Estêvão da Hungria, após a reforma do calendário da Igreja de Roma, passou as ser celebrada no dia 16 de agosto, um dia após a sua morte.
Santo Estevão, por ser “o primeiro Rei que consagrou a sua nação a Nossa Senhora”, tem uma estátua na Basílica de Nossa Senhora de Fátima e um vitral na capela do Calvário húngaro.
Santo Estevão da Hungria, rogai por nós!
fonte: COMSHALOM
sábado, 13 de julho de 2024
quinta-feira, 13 de junho de 2024
Amor
Muitas vezes acontece que, diversamente das nossas expetativas, o amor não nos reclama força, antes espera de nós uma fraqueza ainda maior do que aquela que já transportamos em nós.
Muitas vezes acontece que o amor não dê importância, ou pelo menos a grandiosa importância que tínhamos idealizado, ao quanto temos de dar, mostrando-se, antes, sobretudo interessado em adestrar o nosso coração para a arte de receber.
E, do mesmo modo, que o amor não exija de nós novas palavras a adicionar àquelas que já dissemos, mas desafia-nos à aprendizagem de uma contemplação e de um silêncio que tínhamos até agora ignorado.
Na verdade, o amor, para revelar-se, não escolhe esta ou aquela preciosa veste, mas decide-se na exata e difícil nudez da vida normal. O amor não é um estado excecional caracterizado pelo extraordinário e pelo entusiasmo, mas o reiterado percurso de espinhos que conduz à rosa.
Por isso, Senhor, ajuda-nos a compreender que amar é descobrir, no próprio coração, o quanto o amor é grande e livre, mais do que as imagens que dele possamos fazer. Que o compromisso incondicional com tal amor seja o nosso modo quotidiano de estar diante de ti.
— Cardeal D. José Tolentino Mendonça©
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