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| Criado por ChatGPT 5.2 (2026.02.02) |
(Paulinas - 6ª edição, pág. 433)
"...
Quando morreu Miguel de Unamuno, entre os manuscritos encontrados sobre a mesa do seu escritório, estavam estes versos:
Alarga a porta, Pai,
porque não posso passar.
Fizeste-a para as crianças
E eu cresci a meu pesar.
Se não me alargas a porta
diminui-me por piedade.
Volta-me àquela idade
em que viver era sonhar!
..."
Nota de ChatGPT em 2026.03.24:
Os versos “Alarga a porta, Pai…” são uma tradução do poema “Agranda la puerta, Padre”, da autoria de Miguel de Unamuno (1864–1936).
O texto integra o Cancionero. Diario poético (1928–1936) e foi escrito a 14 de março de 1928, não sendo, portanto, um poema encontrado após a sua morte.
A associação a esse episódio — bem como algumas atribuições alternativas — resulta de uma tradição posterior sem confirmação em fontes académicas rigorosas.
Assim, a forma mais correta de apresentar estes versos é reconhecê-los como um poema de Miguel de Unamuno, escrito em vida e integrado na sua obra poética.

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