quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Alarga a porta, Pai

Criado por ChatGPT 5.2 (2026.02.02)

fonte: MOSTRA-ME O TEU ROSTO de Ignacio Larrañaga
(Paulinas - 6ª edição, pág. 433)

"...
Quando morreu Miguel de Unamuno, entre os manuscritos encontrados sobre a mesa do seu escritório, estavam estes versos:

Alarga a porta, Pai,
porque não posso passar.
Fizeste-a para as crianças
E eu cresci a meu pesar.

Se não me alargas a porta
diminui-me por piedade.
Volta-me àquela idade
em que viver era sonhar!

..."

Nota de ChatGPT em 2026.03.24:

Os versos “Alarga a porta, Pai…” são uma tradução do poema “Agranda la puerta, Padre”, da autoria de Miguel de Unamuno (1864–1936).

O texto integra o Cancionero. Diario poético (1928–1936) e foi escrito a 14 de março de 1928, não sendo, portanto, um poema encontrado após a sua morte.

A associação a esse episódio — bem como algumas atribuições alternativas — resulta de uma tradição posterior sem confirmação em fontes académicas rigorosas.

Assim, a forma mais correta de apresentar estes versos é reconhecê-los como um poema de Miguel de Unamuno, escrito em vida e integrado na sua obra poética.


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