quinta-feira, 14 de agosto de 2025
quarta-feira, 13 de agosto de 2025
As 5 Leis Mais Famosas do Mundo
📜 Essas leis podem mudar a forma como você encara desafios e decisões no dia a dia! 👇
1️. Lei de Murphy – Se algo pode dar errado, vai dar! Quanto mais tememos, mais provável é que aconteça. 😅
2️. Lei de Kidlin – Escrever um problema de forma clara já resolve metade dele. 📝
3️. Lei de Gilbert – Você é responsável por encontrar as melhores maneiras de alcançar seus objetivos. 🚀
4️. Lei de Wilson – Conhecimento e inteligência atraem dinheiro. 💰
5️. Lei de Falkland – Se não há necessidade de decidir algo agora, então não decida. 🤔
📢 Qual dessas leis faz mais sentido para você?
Comente aqui! 👇⬇️
fonte: gustavokoschnik
ChatGPT:
Eis um breve comentário sobre cada uma:
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Lei de Murphy – Um clássico do pessimismo bem-humorado. Não é uma lei física, mas lembra que imprevistos são comuns e vale sempre ter planos de contingência.
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Lei de Kidlin – Muito prática: ao escrever e organizar um problema, tornamo-lo mais claro e mais fácil de resolver.
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Lei de Gilbert – Esta é mais motivacional; reforça a importância da responsabilidade pessoal e do foco em soluções.
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Lei de Wilson – Atribui ao conhecimento e inteligência a capacidade de gerar prosperidade. Embora simplista, é um bom incentivo ao estudo e ao pensamento estratégico.
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Lei de Falkland – Sugere evitar decisões precipitadas, aplicando um tipo de “esperar para ver” quando não há urgência.
Aqui está um mergulho mais aprofundado, com referências confiáveis, sobre a origem e o significado dessas “leis” populares:
1. Lei de Murphy
2. Lei de Kidlin
Origem: Inspirada por um personagem fictício criado por James Clavell. Segundo essa máxima, “Se você escrever claramente o problema, ele já está pela metade resolvido” — destacando como a clareza na definição do problema facilita a solução. Medium+1The human side of project managementMentalzon
3. Lei de Gilbert
4. Lei de Wilson
Nota curiosa: Apesar do nome sugerir uma lei popular ou filosófica, há uma confusão com o Teorema de Wilson, que é um resultado matemático real: para p primo, (p–1)! + 1 é divisível por p. Isso, porém, não tem relação com o lema popular que menciona “conhecimento gera dinheiro” e parece ser uma atribuição equivocada ou simbólica. brazilsfe.blogspot.com
5. Lei de Falkland
O Carteiro e o Poeta
Massimo Troisi sabia que seu coração estava por um fio. Ainda assim, adiou uma cirurgia para filmar 'O Carteiro e o Poeta'. A cada manhã na ilha de Procida, chegava ao set pálido, com o fôlego curto, mas os olhos fixos no horizonte. Só podia trabalhar por cerca de uma hora, tempo precioso que a produção consumia com precisão cirúrgica. As cenas mais extenuantes ficavam para o dublê — cuja semelhança era tão perfeita que, na edição final, até o diretor Michael Radford confessou não saber distinguir quem era quem. Troisi parecia saber que estava fazendo sua despedida, e que cada plano seria um testamento silencioso. No dia seguinte ao último “corta”, seu coração parou.
Quanto à ficção, é simples: Mario (Troisi) é um carteiro tímido que se aproxima de Pablo Neruda e descobre na poesia um caminho para conquistar Beatrice (Maria Grazia Cucinotta). Nos bastidores, porém, o verdadeiro drama acontecia. O cronograma foi reformulado para se ajustar à fragilidade do protagonista: primeiro as cenas sentado, depois as de pé, depois as de bicicleta — sempre dosando a energia. Enquanto o público veria um romance nascer sob o sol, no set imperava um silêncio reverente, como se todos soubessem que cada dia de trabalho poderia ser o último.
Rodado em onze semanas, com apenas uma pausa na Páscoa, o filme foi o encontro improvável de três mundos: o texto do chileno Antonio Skármeta transportado para o sul da Itália, a direção de um inglês fluente na língua, e um protagonista napolitano cuja delicadeza física contrastava com a intensidade da presença. Procida, com suas fachadas desbotadas e um mar cuja cor mudava de azul a cinza em minutos, tornou-se parte da trama. Anos depois, a praça central da ilha ganharia o nome de Troisi, como se a vila quisesse eternizar aquele verão em que realidade e ficção se fundiram.
O longa, modesto em recursos, atravessou fronteiras. Ficou quase dois anos em cartaz em Nova York, conquistou cinco indicações ao Oscar e deu a Troisi e ao produtor Mario Cecchi Gori honrarias póstumas. Seu maior prêmio, porém, não está nas estatuetas, mas na aura de despedida contida em cada fotograma, à luz de quem acreditou que uma hora de criação valia mais do que uma vida prolongada sem ela. Em 'O Carteiro e o Poeta', a última entrega que Mario faz não está no roteiro — é Massimo Troisi enviando, para quem quisesse receber, sua derradeira carta de amor ao cinema.
Pesquisa e redação: Daniel de Boni
fonte: filmoscópio
terça-feira, 12 de agosto de 2025
Discípulos apaixonados
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“Há algo grande que o Senhor quer fazer na nossa vida e na história da humanidade, mas poucos são aqueles que se apercebem disso, que param para acolher o dom, que o anunciam e o levam aos outros”, observou Leão XIV.
Discípulos apaixonados, não “cristãos de ocasião”
Diante disso, o Papa declarou: “a Igreja e o mundo não precisam de pessoas que cumprem os seus deveres religiosos mostrando a sua fé como um rótulo exterior; precisam, pelo contrário, de operários desejosos de trabalhar no campo da missão, de discípulos apaixonados que testemunhem o Reino de Deus onde quer que estejam”.
O Pontífice ressaltou que talvez não faltem os “cristãos de ocasião” – aqueles que de vez em quando dão lugar a algum sentimento religioso ou participam em algum evento –, mas poucos são aqueles que estão prontos a trabalhar todos os dias no campo de Deus, cultivando no seu coração a semente do Evangelho para depois levá-la à vida cotidiana.
Para isso, prosseguiu o Santo Padre, não são necessárias muitas ideias teóricas sobre conceitos pastorais: é preciso, acima de tudo, rezar a Deus. “Com efeito, em primeiro lugar está a relação com o Senhor, cultivando o diálogo com Ele. Então, será Ele que nos tornará seus operários e nos enviará ao campo do mundo, como testemunhas do seu Reino”, concluiu.
fonte: Canção Nova (oração do Angelus, no dia 6 de julho de 2025)
via Marcos Monteiro (WhatsApp)
Eu Sou a Paz





segunda-feira, 11 de agosto de 2025
On AI
The 2024 Nobel Prize in Physics was awarded jointly to John J. Hopfield and Geoffrey Hinton for their foundational contributions to machine learning with artificial neural networks, a key technology in artificial intelligence.
Their work laid the groundwork for modern AI systems—Hopfield invented associative memory structures (Hopfield network), while Hinton developed the Boltzmann machine, enabling computers to learn from data and recognize complex patterns.
This marks the first time Nobel Committees explicitly honored contributions in artificial intelligence, recognizing its transformative global impact, from digital medicine to large language models.
DEUS NÃO É CULPADO
Olho para o diário de Etty Hillesum e não consigo fugir da verdade crua que ela escreveu:
“Quero ajudar-te, Deus, a que não me abandones, mas eu não me posso responsabilizar por nada. Apenas uma coisa se me torna cada vez mais clara: que tu não nos podes ajudar, mas que nós devemos ajudar-te, e nisso ajudamo-nos a nós mesmos. É a única coisa de que se trata: salvar um pedaço de ti, Deus, em nós. ... Não te peço nenhuma justificação... torna-se cada vez mais claro, que não nos podes ajudar, mas que nós temos que ajudar-te e temos de defender até ao fim a tua habitação em nós.”
Mas continuamos a empurrar-lhe a culpa.
É mais fácil culpar o Céu do que enfrentar o espelho.
Deus não tem culpa do teu casamento falhado, quando tu próprio ignoraste os sinais durante o namoro.
Deus não é responsável pela tua solidão, quando te contentas com o que te diminui por medo de estar só.
Deus não te prende à pobreza, quando não sabes gerir o pouco que tens.
Deus não afasta os teus filhos, quando foste tu que nunca os soubeste escutar.
Fomos nós.
Somos nós.
Com escolhas mal feitas, amores mal curados, decisões empurradas com a barriga e responsabilidades sempre adiadas.
Deus não é culpado da tua oração vazia, da tua fé fraca, da tua vida desordenada.
Deus não controla os teus impulsos, não te obriga a amar, não te força a recomeçar.
Deu-te liberdade.
Deu-te inteligência.
Deu-te um coração. E deixou-te caminhar.
Preferimos um Deus à medida dos nossos caprichos: que resolva, que limpe, que perdoe, que substitua o esforço que não queremos ter.
Mas Deus não é nosso criado.
É Pai.
E um Pai educa, espera, confia, e deixa-nos aprender — mesmo que doa.
O mundo arde em guerras, injustiças e abandono.
Mas a pergunta não é: “Onde está Deus?”
A pergunta é: “Onde estamos nós?”
A fé verdadeira não é uma desculpa, é um compromisso.
E Deus…
Deus nunca fugiu.
Talvez sejas tu que precisas de voltar.
#DeusNãoÉCulpado #LivreArbítrio #Responsabilidade #Reflexão #FéReal #ProsaPoética #Portugal #Espiritualidade #Recomeçar #padrejoaotorres
sábado, 9 de agosto de 2025
sexta-feira, 8 de agosto de 2025
segunda-feira, 4 de agosto de 2025
Feliz dia dos Padres
Inspirado por São João Maria Vianney: O Significado do Sacerdócio nos Dias Atuais
Em tempos de profunda fome espiritual e desorientação moral, o padre católico continua a ser um poderoso lembrete da presença de Deus quando cumpre sua vocação com integridade e amor. Na Festa de São João Maria Vianney, padroeiro dos párocos, somos encorajados a contemplar a beleza do sacerdócio e a necessidade premente de renovação.
O sacerdócio é uma vocação sagrada, não apenas uma profissão. Um padre é consagrado para servir como ministro dos sacramentos, pastor de almas e uma representação dinâmica da compaixão de Cristo. O modelo para isso foi estabelecido por São João Maria Vianney, que demonstrou profunda humildade, devoção inabalável à sua comunidade e oração. Somos lembrados do poder transformador de uma existência santa enraizada em Deus por meio de seu testemunho.
No entanto, muitos fiéis estão legitimamente preocupados em nossa era. A Igreja foi ferida e a confiança foi dilacerada por escândalos. De forma grave e pública, certos clérigos abusaram de sua posição, negligenciando seu rebanho ou levando uma vida dupla. Embora não se envolvam em escândalos, outros podem sucumbir à fadiga espiritual, ao conforto ou ao clericalismo, ignorando o profundo significado de sua vocação. A credibilidade e a missão da Igreja foram prejudicadas por essas falhas, além dos indivíduos afetados.
Esta crise, no entanto, também oferece uma oportunidade para a verdade e a purificação. O chamado não é para abandonar o sacerdócio, mas para redescobrir sua essência. O mundo precisa de padres santos e autênticos, não de homens impecáveis. Esses padres devem ser humildes, fiéis e dispostos a servir como Cristo serviu, com misericórdia em vez de julgamento, com sacrifício em vez de status.
Os padres são atualmente obrigados a servir com compaixão, viver o celibato com alegria e proclamar o Evangelho com clareza em um mundo de confusão. Eles nunca devem perder a urgência da oração e do arrependimento, e devem permanecer próximos da Eucaristia e da confissão, como fez São João Maria Vianney.
Além de reconhecer as deficiências, devemos expressar gratidão pelos numerosos sacerdotes que persistem em desempenhar suas funções com diligência e discrição. Com coragem e profundo afeto por Cristo e Seu povo, inúmeras pessoas cumprem seu chamado em hospitais, prisões, paróquias e missões.
Rezemos nesta festa pela santificação dos sacerdotes, pela cura da Igreja e pela elevação de novos pastores com o coração de São João Maria Vianney, verdadeiros, compassivos e inabaláveis em sua devoção.
~Pe. Dorathick OSB Cam
Via WhatsApp por Marcos Monteiro
domingo, 3 de agosto de 2025
It’s already in you
The Illusion of Possession: Greed and the Fragmented Self
Reflection on Luke 12:13 21
Today, Jesus recounts a parable that strikes at the core of the human condition. A person requests that he serve as an arbitrator in a family dispute regarding inheritance. However, Jesus, who perceives the underlying nature of the situation, provides a more profound response: "Be cautious of all greed, for life is not defined by possessions, despite one's wealth". He then recounts the tale of the wealthy fool, a man who constructs larger barns to store his surplus grain, confident that he can finally relax and appreciate life. However, God intervenes in his plan: "You are a fool!" Your life will be required of you this evening. Wealth is not the sole focus of this narrative. It pertains to the illusion of possession and how it fragments the human psyche.
A secure future is believed to be guaranteed by man's abundance. His soul is at peace, not as a result of faith, but rather as a result of the abundance of barns. This is the initial illusion: the notion that our identity and future are determined by our possessions. However, Jesus reveals the flimsiness of that deception. The man's security was a fake, as evidenced by his abrupt, uninvited death. This spiritual peril is cautioned against in the Catechism of the Catholic Church: "The disordered desire for possessions is one of the many causes of the many conflicts that disturb the social order" (CCC 2424). And disturb the soul as well.
What happens to a soul consumed by greed? It becomes fragmented, split from its true identity, disconnected from others, and alienated from God. The rich man speaks only to himself, about himself, and for himself. His vision is inward, but not contemplative; it is isolated and egocentric. In psychological terms, such a person lives from a false self, the identity built on status, possessions, and appearance. But the true self, says St. Paul, is “hidden with Christ in God” (Col 3:3). Jesus shows us that greed is not just a moral failure; it is a crisis of identity. We lose sight of who we are because we define ourselves by what we have, rather than by who we are before God.
This teaching is echoed in the Bhagavad Gita, where Krishna teaches, “He who is unattached to all desires, who acts without ego, and is free from longing he alone finds peace” (Gita 2:71). Both Christ and Krishna warn us: Attachment leads to suffering. Possession without surrender leads to fragmentation. The way forward is not control, but detachment, not as indifference, but as inner freedom. The Gita’s teaching is not so different from Jesus’ call to be “rich toward God.”
The parable concludes with a straightforward statement from Jesus: "And so it will be for the one who stores up treasure for himself but is not rich towards God." Living in a proper relationship with God is the essence of being rich, valuing what is eternal, sharing what we receive, and placing our lives in the hands of the One who created us. "Man is created by God and for God, and God never ceases to draw man to Himself." He will only discover the truth and pleasure that he is perpetually seeking in God. (CCC 27). The yearning to be known, cherished, and secure is our most profound aspiration, which is obscured by the desire to possess. That level of satisfaction is beyond the capacity of any barn. Only God is capable of doing so.
This Gospel is not merely a warning story. It is an invitation to surrender, to simplicity, and to wholeness. The fragmented self that clings and hoards is invited to rest in the mercy of God, where nothing needs to be clutched and everything can be given. Jesus is not urging us to despise material possessions; instead, he is urging us to perceive them correctly as instruments for communion, not as substitutes for God. To give generously is to liberate our essence from fear. Detachment is the act of recalling one's identity. Our souls should be examined. In what endures, or in what perishes, are we wealthy? Allow us to be prudent rather than naive. We should not subsist by grabbing, but rather by giving. No, by sowing, rather than preserving. Wherever our treasure is, our heart will be situated as well.
Evangelho dominical: Evangelho quotidiano