quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Iluminação


Tal como a Terra, possa eu ajudar seres em tão grande número como o céu é vasto. E enquanto eles não atingirem a iluminação, possa eu dedicar-me inteiramente à sua felicidade.

fonte: O Caminho para a serenidade Dalai Lama (editorial Presença - 1ª Edição, pág. 111)

Argueiro no olho

(São Lucas 6,42)

in http://www.bibliacatolica.com.br/01/49/6.php?v=42

"Ou como podes dizer a teu irmão: Deixa-me, irmão, tirar de teu olho o argueiro, quando tu não vês a trave no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e depois enxergarás para tirar o argueiro do olho de teu irmão. "

in Muito Mais Luz – Pergunte. O Céu Responde,
de Alexandra Solnado

199 – A Fé

in http://www.alexandrasolnado.com/index.php?location=17&lang=pt&list=0

A fé abre o canal.
Pensa nesta frase. Pensa no que ela significa, no que ela quer dizer.
O facto de acreditares no que vês, no que ouves e principalmente no que sentes… o facto de saberes o quão sensível é a comunicação com o céu e, mesmo assim, te dedicares a explorar essa conexão… o facto de perceberes que o próprio acto de acreditar é subtil e corajoso, tudo isso faz com que o teu canal abra de forma desmesurada.
E quanto mais o canal abre, mais intuições tens, mais acreditas… e mais o canal abre.
Este é o processo. Este é o percurso.
E, na realidade, só tens duas hipóteses.
Escolheres acreditar no que sentes, acreditar no que intuis, e abrir as portas à maravilhosa forma autêntica de estar na vida.
Ou entupir-te de dúvidas, deixar de acreditar, deixar o ego entrar e viver uma vida de frustração e dor.
A escolha, como sempre, é tua.
A única coisa que te posso dizer é que, ao acreditares, mesmo sem perceberes, mesmo sem grandes esclarecimentos, estarás a abrir um portal de fé, um caminho longo e imperceptível que te irá levar aos mais altos padrões da tua alma.
E, como tal, aos mais altos padrões de energia em que conseguires vibrar.
Não há palavras para descrever esse estado.
Sai do domínio do verbo.
Entra no domínio de Deus.


JESUS

Alarga a porta, Pai

Criado por ChatGPT 5.2 (2026.02.02)

fonte: MOSTRA-ME O TEU ROSTO de Ignacio Larrañaga
(Paulinas - 6ª edição, pág. 433)

"...
Quando morreu Miguel de Unamuno, entre os manuscritos encontrados sobre a mesa do seu escritório, estavam estes versos:

Alarga a porta, Pai,
porque não posso passar.
Fizeste-a para as crianças
E eu cresci a meu pesar.

Se não me alargas a porta
diminui-me por piedade.
Volta-me àquela idade
em que viver era sonhar!

..."

Nota de ChatGPT em 2026.03.24:

Os versos “Alarga a porta, Pai…” são uma tradução do poema “Agranda la puerta, Padre”, da autoria de Miguel de Unamuno (1864–1936).

O texto integra o Cancionero. Diario poético (1928–1936) e foi escrito a 14 de março de 1928, não sendo, portanto, um poema encontrado após a sua morte.

A associação a esse episódio — bem como algumas atribuições alternativas — resulta de uma tradição posterior sem confirmação em fontes académicas rigorosas.

Assim, a forma mais correta de apresentar estes versos é reconhecê-los como um poema de Miguel de Unamuno, escrito em vida e integrado na sua obra poética.